O desejo da solidão, diante de um oceano que distancia, é fruto da certeza a quem se pertence, ciência inequívoca do que permanece;
Desejar a solidão quando a ausência é o que se pode ter, é aceitar, com contraditórios pesares e contentamentos, que ninguém preenche um vazio de nome próprio;
Doce solidão, seu destino é morrer nos braços seus.
Doce solidão, pois retornarás quando já és meu.
Desejosa desta minha solidão, pois és insubstituível, meu amor...
Desejar a solidão quando a ausência é o que se pode ter, é aceitar, com contraditórios pesares e contentamentos, que ninguém preenche um vazio de nome próprio;
Doce solidão, seu destino é morrer nos braços seus.
Doce solidão, pois retornarás quando já és meu.
Desejosa desta minha solidão, pois és insubstituível, meu amor...
Mais uma para você, Breno Viotto Pedrosa...
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