sábado, 19 de novembro de 2011

E, como diria Vinícius, é arte!

Único. Insubstituível. Impassível de troca por qualquer coisa perfeitamente acabada nesse mundo.
Racionalmente tido como visitante - papo para os matemáticos - este involuntariamente faz morada em locais nunca antes habitados no meu peito.
Detalhes de um encontro nessa vida de tantos desencontros.
Não mudaria nada, qualquer vírgula ou pontuação, pois a precisão está exatamente no inesperado, nesse suspiro pelo súbito que me levou até você.
Encantam-me o piscar dos olhos, o desejo pelo incalculável, a imprecisão no ato de conceituar.
Experimento um tudo limitado pelo verbo, e ao mesmo tempo esse infinito infinitamente quebrado pela incerteza.

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