sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Sabedora da mediocridade que me acomete,
Permitir-me expressar aqui, assim, desse jeito, faz do ato uma quase-tragédia.
De um lado, a pobreza infinita dos versos
pela ausência do que faz o poeta, um encantador.
De outro, a doce tentação da liberdade de dizer-ser, sem dever-ser.  

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