Existem certas coisinhas que, tratando-as como sementes, prefiro deixá-las sentirem-se com asas, para que nunca pensem que sou eu quem dará a direção, levando-as ao céu ou de volta às mãos. Deixo-as voar e, se tiverem que voltar, encontrarão minhas mãos espalmadas pra aterrizagem.Sei que assim eu posso ganhá-las ou perdê-las para sempre, mas pelo menos se ficarem ou partirem, saberei que em nenhum dos casos houve imposição e que permaneci forte e de acordo com minha convicção quanto à coisa mais bela que existe e prezo antes do amor: a liberdade...
Para que me entendas, decifro-me.

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