Emprego a distância quase necessária à paz perdida - efeito de escolhas.

O grão desaparece em meio a tudo que não fiz por medo dessa grandiosa tarefa que a vida insiste em me mostrar pendente.
E com o auxílio dos céus, tão azuis de onde os vejo, remeto-me à universalidade:
Do contexto de grão à imensidão do Saara - transporto o que faz de mim compacta aflição,
Fazendo desse mar particular espécie dor do mundo.

E eu reluto.
E eu finjo esquecer daqueles que me chamam: sua Rainha não se entrega à coroação,
Prefere os espinhos que sua carne faz sangrar.
No entanto, coberta de silêncio, ninguém a vê ou a escuta,
Sua grande redoma não permite que eles visualizem sua completa nudez.
Eis a forma que encontrou para poupá-los de seu grande segredo: mistério entre pérolas, poder, amor e doação.

Profundo, muito profundo (Koc's)...
ResponderExcluirNo alto daquele cume
ResponderExcluirPlantei uma roseira
O vento no cume bate
A rosa no cume cheira.
Quando cai a chuva fina
Salpicos no cume caem
Formigas no cume entram
Abelhas do cume saem.
(Koc's)
Oi, Sr. Koc's,rs! Realmente é profundo, veio do fundo lá do fundo, rs! E sei também que esse é um texto difícil de entender...talvez só eu mesma pra entender o que quis dizer nesse aí. No entanto, como Mario Quintana diria:
ResponderExcluir"Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.
Quando fechas o livro, eles alçam vôo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto;
alimentam-se um instante em cada
par de mãos e partem.
E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti..."
Cada um interpreta de acordo com o som da própria alma!
Abraço Sr. Koc's anônimo (nem tão anônimo, kkkkkkkkkkkkkkkkkk)!